17.10.08

TRANSTORNO NO APRENDIZADO


É preciso atenção para diagnosticar

O Transtorno do Aprendizado vem de relatos muito antigos. Em 1902, Lancet, já fazia alguns comentários sobre o tema. O Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) que, em 1940, era chamado de lesão cerebral mínima e, em 1960, de disfunção cerebral mínima. “O Transtorno do Aprendizado é mais comum do que se pensa e cabe aos pais e professores ficarem atentos às reações dos filhos e alunos considerados problemáticos”, diz a médica pediatra e herbeatra, pós-graduada em Saúde Mental, Jane Carla Hasse. Segundo ela, estas crianças merecem no mínimo uma avaliação médica psicopedagógica, entrevista psicológica, junto à família. “O diagnóstico do transtorno do déficit de atenção, hiperatividade é clinico, o que várias vezes deixa os pais desconfiados”. Dra Jane ressalta que não se pode solicitar um eletro, tomografia ou um speact cerebral para ter o diagnóstico.

A origem do TDAH é genética, mas existem fatores gestacionais e perinatais que são tidos como situação de risco, são eles: abuso de álcool e fumo na gestação, prematuridade, baixo peso ao nascer e estresse fetal.Estas crianças apresentam um problema nos neurotransmissores, envolvendo principalmente a dopamina, apresentam uma taxa menor desta substância responsável pelo controle motor e pela atenção. A médica cita ainda existir um lado comportamental que contribui para o transtorno, como infância inexistente, introdução precoce de computadores e vídeo games.

A falta de conhecimento sobre o TDAH no âmbito escolar e entre os pais talvez seja um dos maiores problemas. Vários indivíduos que sofrem deste transtorno podem passar a vida toda sendo acusados injustamente de maleducados, preguiçosos, desastrados, desequilibrados, por não terem sido diagnosticados e tratados a tempo.

Agitadas, desafiadoras, agressivas, passionais, estes são alguns adjetivos usados para definir a pessoa que sofre de déficit de atenção, um problema que atinge, em todo o mundo, cerca de 5% das crianças e adolescentes. A prevalência é de 3% a 15% e ocorre mais em meninos que nas meninas.

“Ao falar em hiperatividade, o que passa na cabeça dos pais é uma criança que não fica quieta, mas é muito mais que isso”, aponta Dra. Jane. Ela diz que ao participar da 1ª Jornada de Neurociências do Cenep do Hospital das Clínicas, em julho de 2007, a psicóloga que palestrava, Rita Uhle, solicitou a platéia que um tocasse no outro, puxasse o cabelo, jogasse papel e completou: “Imaginem uma pessoa apenas fazendo isto. É o que se chama de hiperatividade”. Este transtorno já foi denominado por alguns de pediatrite aguda, devido ao excesso de ritalina que está sendo prescrito. “A ritalina era a medicação que vinha sendo utilizada até agora. Geralmente, usava-se no período em que a criança está em aula, descansa no outro período e nos fins de semana”. Hoje, há a ritalina de liberação prolongada e, de três anos para cá, a OROSMTH, com a qual pode se obter os melhores resultados, mas de alto custo.

Comportamento de risco

O hiperativo normalmente é rejeitado pela sociedade. Apresenta comportamento inadequado e prejudica a concentração dos colegas em sala de aula, por exemplo, que o excluem. Este fato pode levar o indivíduo a desenvolver problemas psicológicos e tornar-se introvertido ou agressivo, exibicionista e com baixa auto-estima.

“Estas pessoas têm tendência a comportamentos de alto risco, tais como dependência química e transtorno do impulso. É a pessoa que não consegue gerenciar a própria vida”, exemplifica Dra. Jane Carla Hasse. Segundo a médica, falta noção de limites a estas pessoas.

Na idade adulta

Estudos longitudinais demonstram que o TDHA não diagnosticado e não tratado persiste na vida adulta em torno de 60 a 70% dos casos. A maior preocupação é a das comorbidades. Algumas das mais freqüentes são desorganização, atrasos, perder objetos, explodir com facilidade, insegurança, inquietação e impaciência.

O adulto hiperativo apresenta problemas no trabalho e no relacionamento, bem como problemas emocionais. Algumas características são: desorganização, atrasos, perder objetos, explodir com facilidade, insegurança, inquietação, impaciência, baixa autoestima, ter diversos projetos ao mesmo tempo e não terminar nenhum. Um diagnóstico e tratamento corretos poderão ajudar a criança a diminuir as repetências, elevar a concentração por um período maior de tempo, evitar a depressão, superar problemas de relacionamento, ajudar na orientação vocacional, evitar uso de drogas.

Diversos pais demoram para procurar ajuda ou não aceitam um diagnóstico de hiperativo, geralmente por acharem que é “coisa da idade”, que “toda criança é agitada mesmo”, que “isso irá passar”.

Porém, quando o problema demora a ser diagnosticado, o hiperativo, a partir da puberdade, pode procurar as drogas, o álcool e praticar agressões sexuais a fim de tentar superar as dificuldades em adaptar-se à vida social. E, em alguns casos, a pessoa pode chegar ao ato extremo de cometer suicídio.

Para um tratamento adequado, Dra. Jane afirma ser importante um trabalho multidisciplinar com pediatra, neuropediatra, psiquiatra infantil, psicóloga, psicopedagoga e medicação. Dra. Jane alerta aos pais para não esperarem para procurar ajuda médica, pois quem mais sofrerá com isto no futuro é o filho.

Como a escola pode ajudar

Dra. Jane Carla Hasse
A escola deve auxiliar alunos hiperativos já diagnosticados traçando estratégias para que não se sintam entediados. Oque pode ser feito da seguinte forma:

- Substituir aulas monótonas ou cansativas por outras mais estimulantes;
- Apresentar novidades durante as aulas, como tarefas ligadas a: criar, construir, explorar;
- Organizar as carteiras em círculo, em forma de U, ao invés de fileiras, a fim de visualizar melhor toda a classe;
- Colocar a criança próxima a outras mais concentradas e calmas;
- Trazer a criança para perto e observar se ela acompanha o ritmo da aula;
- Colocar sempre no quadro as atividades do dia para que o aluno perceba que há regras pré-definidas e previamente organizadas e que todos devem cumpri-las;
- As tarefas deverão ter conclusão rápida para que o hiperativo não pare pela metade;
- Evitar cores muito fortes na sala e no vestuário;
- Permitir que o aluno saia algumas vezes da sala para levar bilhetes, pegar giz, ir ao banheiro;
- Pedir que o aluno faça três riscos no quadro. Isto será o número de vezes que ele poderá sair. Cada vez que ele sair, deverá apagar um risco. Isto funciona como um limite;
- Elogiar pelo bom comportamento e incentivar os colegas a elogiar suas produções;
- Uma agenda de comunicação entre pais e escola é importante;
- As aulas de educação física são um ótimo auxílio para estas crianças.

Mais informações
Dra. Jane Carla Hasse
(47) 3387-2076

9.10.08

O Que as Crianças Aprendem com os Livros Ilustrados?

Todas as Pesquisas mostram que a leitura para a criança
é a coisa simples mais importante, que os pais podem
fazer quando se pretende prepará-las para obter êxito
em sua futura carreira acadêmica. A leitura em alto o bom
tom, ajuda as crianças e entenderem o objetivo da palavra
impressa e a construir seu vocabulário. A leitura também
prepara a criança para reconhecer e entender as novas
palavras, porque ela agora vai saber o que elas significam.
Livros de pinturas e gravuras ajudam a criança a se
familiarizar com esse processo.
É importante lembrar que estes livros, além de poucas
páginas, devem ter ilustrações grandes, coloridas e pouco texto.


Dicas para Atividades:

0 a 3 anos
Pegue algumas marionetes ou então faça suas

próprias usando meias velhas, cola e restos de tecido.

Deixe a criança representar uma cena simples ou

conversação na história. Dê a ela autonomia total

na representação do seu papel, mas ajude-a a usar
linguagem e expressões corretas, fazendo perguntas
simples tais como, "Por que você está apontando para cima?"
Coloque o livro sobre uma mesa e improvise um jogo

da memória. Peça para ela olhar uma ilustração e então

para fechar seus olhos. Pergunte então de quantos objetos

ou cores da ilustração ela é capaz de lembrar.
Acima de 3 anos e 4 anos
Brinque com ela de "Quem sou eu?". Primeiro leia um livro.
Depois, crie um enigma baseado nos objetos e personagens
do livro. Por exemplo, imagine que exista no conto um
personagem com características como estas que você
passaria para ela; "Eu sou um menino. Eu gosto de
ajudar as pessoas. Tenho o cabelo ruivo e uma
camisa vermelha. Quem sou eu?"
Depois de apresentar
alguns enigmas, peça para seu filho criar alguns ele mesmo.

À medida que você lê a história com seu filho, escolha um
objeto ou pessoa que aparece com freqüência ao longo da
trama, e peça que fique prestando a atenção a estes detalhes
durante todo o tempo. Peça para ele depois imaginar como a
história seria diferente se estes objetos ou pessoas não
estivessam no conto.

5 e 6 anos
Crie seu próprio livro de gravuras com as cenas de uma
recente viagem de férias, festa de aniversário ou passeio
na praia. Pergunte então a sua criança o que o livro significa.
Juntos selecione fotografias para ilustrar melhor a história.

Peça a sua criança para lhe dizer o que cada página do livro
faz ela sentir quando a vê e porquê. Peça a ela para refletir
e analisar como as cores, os personagens, o enrêdo,
a sequência, ou outros elementos ajudam no rumo
que a história toma.




Pintura a Dedo.

Pintura a Dedo.

Que a pintura é uma atividade que as crianças adoram é desnecessário dizer. Mas, aqui você vai aprender como ir além do simples ato de pintar...

A pintuta a dedo é uma das mais fascinantes atividades para as crianças. A parte mais difícil é acabar com a brincadeira depois que ela começa.
Aqui você vai aprender a fazer, a um custo muito baixo, sua própria tinta atóxica, para suas atividades de pintura a dedo ou mesmo com pincel.

Veja a seguir 2 Receitas simples para desenvolver a atividade de Pintura com os Dedos:




Para desenvolver a atividade será necessário o seguinte material:
  • Papel branco lustroso ou um pouco opaco pouco mais grosso que a cartolina;
  • Mesa lavável ou oleada para protegê-la;
  • Bacia com água para molhar a folha de papel;
  • Aventais de matéria plástica;
  • Tintas (que serão elaboradas conforme a receita abaixo).

RECEITAS:


  • A um Mingau ralo feito de maizena ou polvilho, adiciona-se anilina vegetal na cor desejada, e se obtém uma boa tinta atóxica.
    De acordo com a espessura do mingau se controla a consistência da tinta, para mais fina ou mais grossa.

    TÉCNICA PARA APLICAÇÃO DESTA RECEITA:


    • Com a palma da mão espalha-se a tinta sobre a superfície lisa do papel.
      Com os dedos ou com a mão desenham-se as formas desejadas.


  • A um Mingau ralo de polvilho, junta-se uma colher das de sopa de Sabão em flocos (em pó) e o pó de pintar da cor desejada para dar o colorido.

    TÉCNICA PARA APLICAÇÃO DESTA RECEITA:


    • Passa-se a folha de papel na bacia com água e deita-se a mesma sobre a mesa, alisando-a com as mãos.
      Com as mãos espalhar a tinta sobre o papel todo e, depois, com a ponta dos dedos abertos ou fechados, a palma da mão ou com o pulso pode-se obter linhas e movimentos bem interessantes.


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Coisas Simples que ajudam Seus Filhos a Aprenderem

Coisas Simples que ajudam Seus Filhos a Aprenderem


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* Pais e encarregados de cuidar das crianças, são pessoas muito ocupadas. Cheias de responsabilidades, emprego fora de casa, roupa para lavar, casa para cuidar, etc.

No entanto, por mais ocupados que possam ser, eis aqui um monte de coisas que elas podem fazer, sem atrapalhar seus afazeres corriqueiros, e que vai auxiliar suas crianças pequenas a se prepararem melhor para enfrentar a Escola. Como as pessoas não estão dispostas a deixarem sua rotina diária de lado para se dedicarem às suas crianças, eis aqui algumas sugestões.

São Pequenas coisas que tem um grande efeito. A maioria destas coisas custam pouco ou nada, e podem ser feitas sem alterar o ritmo de sua rotina diária.

Veja então a seguir, 15 Coisas Simples que qualquer Pai ou responsável pode fazer para ajudar seus filhos a aprenderem mais.

  1. Escute-os e preste mais atenção aos seus problemas ou probleminhas;
  2. Leia com eles;
  3. Conte-lhes histórias da família;
  4. Limite seu tempo de ver televisão ou no computador;
  5. Tenha sempre livros e outros materiais de leitura espalhados pela casa;
  6. Ajude-os a encontrar "aquelas palavras" no dicionário;
  7. Motive-os a usar e consultar uma Enciclopédia, ao invés de pegar tudo pronto;
  8. Compartilhe suas histórias, Poemas e Canções favoritas com eles;
  9. Leve-os à Biblioteca para que tenham seu próprio cartão de acesso aos livros;
  10. Leve-os aos Museus e Lugares Históricos, sempre que possível;
  11. Discuta as novidades do dia ou o que achar que é mais interessante com eles;
  12. Explore as coisas junto com eles e aprenda sobre plantas, animais, história e geografia, etc.;
  13. Ache um lugar sossegado para eles estudarem;
  14. Faça sempre uma revisão nas suas tarefas de casa;
  15. Mantenha sempre contato com seus professores.

Fonte:
U.S. Department of Education/Helping Your Child Get Ready For School series
Adaptação: Site de Dicas.


8.10.08

Colorir: qual a sua importância?

Colorir: qual a sua importância?


Colorir desenhos é uma atividade tão natural para as crianças como dormir e chorar. Muito mais do que formas aleatórias, colorações monocromáticas ou rabiscos quase ilegíveis, o ato de colorir é extremamente importante, incentivando o desenvolvimento de várias e essenciais capacidades.

Expressão pessoal. Desenhar e colorir são formas de expressão pessoal por excelência das crianças, que nem sempre conseguem exprimir-se adequadamente através da fala ou da escrita. Vários estudos já comprovaram que é bastante fácil perceber o que alguém está a sentir através das imagens que desenha ou das cores que utiliza para colorir. Por exemplo, uma criança que desenha facas, pistolas, caveiras ou outros objectos perturbantes pode estar a pedir ajuda. Por outro lado, uma criança que desenha o sol, passarinhos, corações ou outros objectos alegres, pode estar a expressar o seu contentamento. É um exercício excelente para desenvolver personalidades e deixar a criatividade fluir!

Identificação das cores. A maioria das crianças tem a sua primeira (e muitas vezes única!) exposição à roda das cores e ao conceito de arte, graças às brincadeiras infantis com lápis de cor, de cera e marcadores. Aprender a distinguir as diferentes cores bem cedo, é meio caminho andado para perceber as suas várias e correctas aplicações, bem como possíveis misturas entre cores primárias e secundárias, mais tarde.

Uma forma de terapia. O simples ato de colorir pode ser terapêutico para muitas crianças e é uma atividade utilizada em muitos hospitais, centros de aprendizagem e instituições para possibilitar o “descarregar” de emoções, sentimentos e frustrações. Uma criança zangada pode perfeitamente pintar o seu desenho de uma árvore toda preta, a tal ponto que a própria figura deixe de ser visível. De outra perspectiva, uma criança organizada, que gosta das coisas à sua maneira, pode colorir o seu desenho meticulosamente, sem ultrapassar qualquer linha do mesmo. Independentemente da forma como vai colorir ou desenhar, esta é uma excelente forma de acalmar as crianças.

Aprender a segurar e a controlar. Um lápis de cera é, para muitas crianças, o primeiro objeto que aprendem a segurar, para o poderem controlar. Dominar um lápis de cera é a rampa de lançamento para conseguirem dominar as restantes ferramentas de colorir – lápis de cor, marcadores, pincéis – e, mais tarde, os de escrita – caneta e lápis. Quanto mais bem desenvolvidas estiverem as suas capacidades de segurar e de controlar um lápis de cera, mais facilitada será a sua aprendizagem mais tarde, quando começarem a escrever.

Coordenar para pintar. O desenvolvimento da coordenação olho-mão é outra grande lição que as crianças retiram das suas sessões de colorir. Desde segurar firmemente o lápis de cera, a reconhecer as cores que devem ser utilizadas, até ao ato de afiar os lápis, a verdade é que colorir desenhos implica uma enorme coordenação entre os olhos e as mãos. Quanto mais praticarem, mais vão desenvolver esta aptidão tão básica para a vida.

Aperfeiçoamento das capacidades motoras. Colorir é divertido, não é? Pois é! Mas também é muito mais do que isso – enquanto as crianças se entretêm a colorir, interagindo com marcadores, tintas, lápis de cor, de cera e papel, estão a trabalhar e a fortalecer os músculos das mãos. Colorir exige uma coordenação básica e um esforço conjunto entre os músculos dos braços e os das mãos que, uma vez desenvolvidos, permitirão às crianças executar atividades mais exigentes, mas com dificuldade mínima.

Concentração máxima. As crianças que se dedicam a 100% à coloração dos seus desenhos fazem-no na perfeição: não há espaço que fique por preencher, nem linha que tenha sido cruzada! E isto porquê? O simples ato de colorir tem a capacidade de prender a atenção de uma criança, estimulando a sua concentração máxima, mesmo face a um ambiente barulhento como uma sala de aula ou a cozinha antes da hora de jantar. Com o passar do tempo, os seus níveis de concentração vão continuar a melhorar.

Estabelecer limites. Uma criança mais nova não saberá respeitar as linhas do seu desenho tão bem como uma criança mais velha que já faz um esforço enorme para colorir dentro das mesmas… mas depressa chega lá! E ainda bem! Reconhecer e respeitar estes limites (mesmo que sejam os de um desenho!) é uma excelente experiência e método de aprendizagem para aquilo que se segue: escrever letras e números nas linhas de um caderno!

Missão cumprida! A satisfação e o sorriso na cara de qualquer criança que consegue colorir um desenho inteiro dentro das linhas, é uma vitória muito importante para os artistas de palmo e meio! O sentido de cumprimento, de que tudo é possível, é fundamental para as crianças porque dá-lhes motivos para se sentirem orgulhosos, capazes, confiantes e, claro, para ser congratulado pela sua comunidade mais imediata. Para além disso, é um sentimento de “missão cumprida” que dificilmente esquecerão.

Historinha de Sansão

Pátio das crianças - História de Sansão

Na! Na!
- "Não sejas desobediente Bobi,
senão vais te aleijar.
Se comes o sapato vais ficar
com problemas de estômago.
Vou-te contar uma história
e vais compreender
bem porque é que eu digo isto..."
Sansão
ERA UMA VEZ ...
um homem chamado Sansão.
Tinha muitos músculos!
Era muito forte e vivia em Israel.

Wow !

Desde pequenino, toda gente dizia:
"Puxa! O Sansãozinho tem tanta
força! Olhem como ele consegue
segurar o porco e cão só com uma mão!
É espetacular!!!"

Ah! Ah!

Um dia, um leão quis comer o
Sansão, mas Deus deu-lhe
tanta força que ele fez o leão
em bocadinhos!

Caim !!

Um outro dia, Sansão incendiou
paus e amarrou-os nas
caudas de 300 raposas.
Depois, soltou as raposas nas
quintas dos inimigos de
Israel e assim queimou-lhes todas
as árvores de fruto e os cereais.

Ah! Ah!
Certa vez, os homens maus,
apanharam Sansão a
dormir e amarraram-no com
sete cordas muito grossas.
Sansão acordou e fácilmente
rebentou as cordas e foi-se embora.



Antigamente, as cidades estavam
cercadas com um grande
muro e um portão muito forte e pesado.
Uma vez, Sansão quis dormir
numa cidade estrangeira.
Os homens maus foram lá
para o prender.
Trancaram os portões mas
Sansão fugiu. Arrancou os
portões e levou-os nos ombros
até a um monte muito alto.

Humm!
Os homens maus pediram a uma
mulher chamada Dalila, para descobrir
o segredo da força de Sansão.
Este não queria dizer.
Dalila insistiu e Sansão acabou por dizer :
- " Se me cortares o cabelo,
eu fico sem forças!"

Então, quando Dalila apanhou
Sansão a dormir chamou um
homem para lhe cortar o cabelo.



Ops!

Sansão ficou careca e sem forças.
Os homens maus amarraram-no
e puseram-no na prisão.
Riam-se à custa de Sansão.
Preso com correntes,
rouxeram-no da prisão para
assistir a uma festa e diziam:
- " Ah, ah, ah!!! O Deus de
Sansão não é tão forte
como o nosso! Ah, ah, ah!"


Aah!

Sansão ficou tão zangado!
Pediu a Deus que lhe
desse forças outra vez.
E Deus deu.
Sansão empurrou as
colunas que seguravam
o telhado da casa.
Elas partiram-se, o tecto caíu
e matou todas as pessoas
que lá estavam.



SHLEP!
LIÇÃO A TIRAR:

Obedece sempre aos teus
pais e a Jesus,
porque eles dão-vos instruções
para o vosso bem.
Deus é o Deus da segunda
oportunidade quando
nós Lhe pedimos desculpa.
Estás a ver?
Olha para o Zézinho e o Bobi!
Se o Bobi não obedecesse
ia ter uma dor
de estômago, não achas?

-

27.9.08

Nove Maneiras Práticas de assegurar o vínculo dos pequenos com Jesus


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STEVE ALLEY


Tradução: João Cruzué
“Abra logo ou derrubarei a porta!”

Com certeza você
já viu esta cena em algum filme. Os bandidos estão cercados atrás de uma porta fechada. Os mocinhos chegam e terminam derrubando a porta. Eles chutam, batem, fazem tudo que puderem para remover a barreira.

Há muito tempo (antes dos filmes de polícia e bandidos) Jesus encorajava seus discípulos a também quebrar as barreiras. Disse Jesus: Deixai vir a mim as criancinhas, e não as impeçais” (Mateus 19:14)

Jesus entendia que há coisas que nós adultos fazemos que atrapalham os pequeninos de chegar até Ele. E Jesus em essência gritou: “Abram ou derrubarei a porta”. Precisamos avaliar criteriosamente nossos ministérios para ver se existem neles impedimentos que estorvam as crianças de chegar até o Cristo.

Cada professor que você treina, instalações que projeta, currículo que seleciona, Real que investe, em suma: cada decisão que você toma – deve ser motivada por uma filosofia que obedeça a ordem de Jesus de “não impedir as crianças.” Estas nove áreas de atuação, a seguir, o ajudarão a criar um ambiente livre de estorvos para as crianças da sua Igreja.

1. Fundamentos da Fé para Crianças --“Como se tornar um Cristão” foi um dos primeiros passos que estabelecemos quando pastoreávamos uma congregação de 700 membros, todos com menos de 12 anos de idade. Nós estipulamos um critério para esta decisão que incluía considerações por idade, privacidade, envolvimento paterno, e estudos posteriores. Nós queríamos pavimentar um caminho para as Crianças chegarem a Jesus.

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2. Uso eficaz das instalações – Instalações usadas e malfeitas impedem as crianças. Lembre-se, os pais trazem suas crianças, e se os pais forem esquecidos pelas nossas instalações, as crianças não serão trazidas. Quando observei isto, limpei nossas instalações, pintei, e fiz reparos onde era necessário. . Desinfetei o quarto de crianças, dei aventais coloridos para os funcionários, e acrescentei a música. Logo os pais não só aprovaram, como também quiseram ficar e ajudar.

Avalie o ambiente de suas salas, linhas de tráfego, mobília, brinquedos, áreas de suprimentos. Eles revelam sinais de boas-vindas ou impedem as crianças? Você tem uma sala de materiais, um guichê de informações com mapas e brochuras para os pais, sinais que que identifiquem as salas? Se você está recebendo pessoas em nome de Jesus, então deve preparar o lugar.

3. Currículo Relevante – As crianças do terceiro milênio precisam encontrar Jesus com uma terminologia e estratégias de ensino que reflitam sua visão mundial, identifiquem seus medos, e satisfaçam suas necessidades. Um currículo fraco ou antiquado impede as crianças de chegar a Jesus.

Quando incorporei um novo currículo ao ministério, tive vários professores que dessistiram porque eles pensavam que um currículo impresso “limitava” o Espírito Santo. Muitas vezes você tem que abrir caminho a despeito da oposição. We vi que o Senhor abençoava nossa mudança de currículo; isto trouxe consistência e unidade para o nosso sempre crescente ministério.

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4. Professores Treinados - Há muitas pessoas perfeitas, religiosas que não deviam estar ensinando. Percebi isso em alguns professores veteranos quando exigi que todos os professores existentes passassem pelo nosso processo de treinamento.

Junto com a melhoria da capacidade de ensino de nossos professores, também recebemos novos professores que eram bem-vindos para serem treinados e aproveitados como aprendizes. Uma equipe de ensino, monitores, e rotação que garantia períodos de descanso além de dobrar nosso staff de professores em menos de um ano.


5. Ordem e Unidade – se seus professores são desunidos, as crianças serão impedidas. Eu fiz tudo que pude para organizar uma equipe de ensino. Nós tínhamos eventos sociais para construir um espírito de equipe. Eu instalei caixas de mensagens, enviei boletins informativos, e instalei quadros de avisos para estar certo de que todo mundo estivesse bem informado. Eu desenvolvi a grade curricular por idade e deleguei nomeei coordenadores para pastorear grupos menores.

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6. Visibilidade das Crianças – Se seu ministério de crianças em baseado em uma filosofia do tipo “ver sem ouvir” ele não crescerá e as crianças não receberam uma atenção de qualidade que Jesus tem em mente. Eu mudei as palavras “Cuidado infantil é providenciado” em nosso boletim para “Aulas de ministério infantil são oferecidas” Devotamente fiz tudo que podia para incluir histórias de professores e de crianças nos cultos de adoração de adultos.

Faça o coral de suas crianças cantar, mostre isso em vídeo, faça com que crianças as participem do culto e desafie os adultos a se envolverem exibindo "O maravilhoso Mundo das Crianças." Os adultos do dia de Jesus queriam manter as crianças separadas e distantes, mas Cristo fez uma afirmação pública quando convidou as crianças para irem até Ele, depois as manteve em seu regaço, e as abençoou.


7. Suporte aos Pais - os pais de hoje são estressados, ocupado, e às vezes assustados com as responsabilidades da paternidade. A maior parte dos pais são receptivos a uma ajuda no processo da paternidade. Lembro-me confrontando uma senhora que constantemente levava suas crianças até a porta da Igreja sem entrar para o culto.. Nunca esquecerei sua resposta chorosa me contou sua história e por que ela não queria que suas crianças crescesse, sem Deus, como ela . Aquele encontro direcionou-me a uma série de aulas sobre cuidados paternais que ela alegremente assistiu. Quando a lar fica mais distante da igreja, é a igreja que deve estender mais longe os braços do amor!

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8. Orçamento Robusto – Seu orçamento é a filosofia do seu ministério com crianças expresso em números. Uma falta de visão no orçamento pode impedir as crianças. Cada ano você precisa incluir registros detalhados de cada centavo gasto e das solicitações para aumento de verbas para sustentar novo crescimento. Não tenha medo de pedir dinheiro. Lembre-se: “Nada recebeis porque nada pedis”(Tiago 4:2) É seu trabalho educar as lideranças da igreja sobre a importância das crianças. Para ajuda extra sobre a elaboração de um orçamento, pesquise na WEB.

9. Programas Relevantes - Os programas devem relacionar-se às necessidades ou os interesses das crianças que eles assistem. Um dos maiores programas que nossa equipe ministerial criou foi um programa que qualificava juniores para trabalhar como assistente do ministério de crianças. Vimos crianças que antes eram entediadas com a cristandade, repentinamente se tornarem co-líderes.

As crianças da sua Igreja merecem variedade e criatividade, portanto elabore um programa que ofereça um variado menu de escolhas: VBS, clubes de crianças, corais, grupos de representação, Acampamento Verão, retiros, e mais. A criança do terceiro milênio tem interesses únicos e diferentes que o mundo ficaria feliz em descobrir para escapar da ruína. A igreja deve contra atacar com o Poder de Deus.

Tudo o que fizermos impedirá ou encorajará o progresso das crianças em direção à melhora de seu relacionamento com Jesus. Peça a Deus para que lhe mostre onde estão as áreas em que você deve atuar para a facilitação da subida dos pequenos até os braços de Jesus.

Fonte: http://www.childrensministry.com

Steve Alley é professor da Church Ministry at Pacific Christian College in Fullerton, California, e co-autor de Skituations














Idéias para enfeitar a sala de aula

Painel para parede!

Lixeira Educativa.

Quadro de aniversariante!

Avental para contar histórias...